Depois da batata palha e congelada, a indústria mineira Croques aposta no formato chips para expandir sua atuação. Inaugurada no fim do ano passado, a nova linha de produção teve um investimento de R$ 500 mil e o volume de produtos fabricados cresce mensalmente: só este ano, a produção aumentou 500%, passando de 10 toneladas em janeiro para 55 toneladas em julho. A indústria também planeja expansão de toda a fábrica e a meta é aumentar em cinco vezes a produção até 2022.

A indústria está sediada em São João del-Rei, no Campo das Vertentes, e produz 150 toneladas de batata palha, congelada e chips. De acordo com o gerente comercial da Croques, Rodrigo Dias da Silva, o formato chips foi uma aposta iniciada no final do ano passado. Ele lembra que o produto sempre existiu no mercado brasileiro, mas a indústria mineira decidiu entrar na concorrência com um produto premium.

“Durante muito tempo, o mercado da batata chips ficou monopolizado pela marca mais famosa no Brasil, que é a Elma Chips. As outras opções que foram surgindo tentavam fazer frente à concorrência se posicionando com um preço inferior. Nós escolhemos outro caminho e trouxemos para o mercado uma opção de batata chips de alto valor agregado”, explica.

De acordo com o gerente, essa diferenciação se dá tanto pela embalagem, que é mais sofisticada, quanto pela qualidade do produto. Outro destaque do produto da Croques é a variedade de sabores. Há opções como costelinha com limão, barbecue, cheddar, creme de cebola, além do natural. A embalagem é de 45 gramas, mas a indústria já está trabalhando em uma maior que terá 76 gramas.

Silva explica que foi construída uma linha de produção específica para a batata chips, o que demandou um investimento de cerca de R$ 500 mil. O produto começou a ser vendido no m do ano passado e o resultado foi tão positivo que foi necessário aumentar o número de funcionários e o tempo de produção.

Silva explica que foi construída uma linha de produção específica para a batata chips, o que demandou um investimento de cerca de R$ 500 mil. O produto começou a ser vendido no m do ano passado e o resultado foi tão positivo que foi necessário aumentar o número de funcionários e o tempo de produção.

“Já temos o terreno e, nesse momento, estamos montando um galpão para armazenar as embalagens lá. No m desse ano, começamos as obras para construir a nova fábrica, que terá capacidade de produção muito maior. Só para o primeiro ano na nova planta estimamos um aumento de cinco vezes da atual produção”, afirma. (Fonte: Diário do Comércio)

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